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CONTOS ERÓTICOS - PARTE 2


Babá de cadeirante

                Meu nome é Ana, tenho trinta anos e meu trabalho é cuidar de bebês em casas de família. Tive uma boa educação, estudei em colégios particulares mas nunca tive muita vontade de terminar uma faculdade, o que não era bem o que minha família esperava. Após muitas brigas familiares resolvi seguir minha vida e arcar com as consequências dos meus próprios atos, saí de casa para uma cidade maior e procurei emprego em algo que gostasse de fazer.
 Inicialmente fui secretária em uma clínica médica, depois passei a ajudar as enfermeiras com os bebês e tomei gosto pelo trabalho, fiz um curso de auxiliar de enfermagem,  ganhei muita experiência e valiosos contatos com médicos e pacientes ricas. Um dia recebi uma proposta para ajudar a cuidar de um bebê recém-nascido cuja mãe já tinha perdido um filho, estava com depressão pós-parto e o pai do bebê estava desesperado por alguém que pudesse ajuda-los. Assim começou minha carreira de “babá de luxo”... sim de luxo, só trabalho pra gente rica, tenho muitas exigências que são prontamente atendidas por quem me contrata como quarto com ar-condicionado, televisão, alimentação igual a dos patrões e é claro... um excelente salário. Só cuido dos bebês até os seis meses de vida, depois disso  a mãe tem que ter outra pessoa para cuidar de seu filho e eu passo para a próxima família, que já sabendo de minhas habilidades disputam com suas amigas quem ficará comigo...

                Meu último trabalho como babá foi um pouco diferente dos demais, fui chamada para cuidar de um bebê que em seus primeiros dias de vida havia perdido a mãe em um acidente de carro. O pai da criança chamava-se Alexandre, ele também estava no acidente e ficou em uma cadeira de rodas, porém os médicos afirmam que sua paralisia não tinha uma explicação médica, podendo apenas ser um trauma psicológico causado pelo acidente, com algumas sessões de fisioterapia e acompanhamento psicológico seus movimentos iriam voltando ao normal. O bebê não me dava trabalho, tinha um sono tranquilo e já estava se adaptando à mamadeira.
Em poucos dias Alexandre voltou ao trabalho e fez algumas adaptações na casa para locomover-se com segurança, ele já tinha bastante habilidade com a cadeira de rodas mas ainda não tinha força nas pernas. Uma noite Alexandre chegou em casa um pouco mais tarde e parecia um pouco abatido, talvez um resfriado ou uma queda de pressão não sei ao certo, ele passou direto para o quarto sem jantar, dizendo-me apenas um “boa noite”. O bebê já estava dormindo e eu estava na sala da televisão quando ouvi um barulho de pancada, que me fez saltar para a porta do quarto em uma fração de segundos. Bati na porta e perguntei “Sr. Alexandre, o senhor está bem?”, ele respondeu com a voz baixa “acho que preciso de sua ajuda” era a primeira vez que ele me pedia alguma ajuda, fiquei assustada e logo que entrei no quarto encontrei-o caído no chão, com a cadeira um pouco afastada de modo que ele não conseguia alcançar.
-“ Sr. Alexandre o que aconteceu?”
-“Eu estava tentando vir para a cama quando a cadeira se afastou rapidamente, acho que esqueci de colocar as travas nas rodas”
-“Deixe-me ajuda-lo” eu me aproximei por trás e ajudei a levantar, usando as habilidades que aprendi com as gestantes na clínica que trabalhei anos atrás
Coloquei-o na cama com cuidado e me debrucei por cima dele frente para pegar o travesseiro quando percebi a proximidade dos meus seios com seu rosto. A reação dele foi instantânea... não pude evitar de perceber sua ereção aparecendo na calça, fiquei com muita vergonha da situação mas diante de uma possível melhora no seu quadro clínico achei melhor comentar.
-“Sr. Alexandre, o senhor está sentindo alguma coisa diferente no seu corpo?”
-“Sobre o que exatamente você está falando, Ana” Ficou claro pela pergunta dele que ele sabia do que se tratava, mas agora não podia mais voltar atrás...
-“O senhor está tendo uma ereção...!” Ele olhou para baixo e reparou a situação em que se encontrava e deu um sorriso.
-“Esta é a primeira vez que tenho uma reação depois da paralisia, mas ainda não sinto nada”
-“Mas o senhor não se tocou para saber realmente se não está sentindo nada”
Ele não tirava os olhos de mim, moveu lentamente a mão para o pênis para conferir seu progresso e logo veio um grande sorriso... “Você conseguiu o que nenhum médico havia conseguido, Ana!”
-“Fico feliz por você, há algo mais em que eu possa ajudar?”
-“Na verdade eu achava que não, mas agora vejo inúmeras possibilidades” disse ele olhando para seu pênis já em repouso...
-“Estou entendendo, acho que posso fazer alguma coisa para acelerar sua recuperação”
Sentei-me ao seu lado da cama e com os olhos fixos nos dele passeia correr minhas mãos pelo seu corpo, em um minuto estávamos nos sentindo tão íntimos como se já tivéssemos feito isso várias vezes. Primeiro fiz uma massagem nos seus pés mas não tive sucesso, então retirei suas calças para ousar um pouco mais, ele ficou muito excitado com a aproximação do meu corpo para despi-lo, dava pra ver no seu rosto, na sua respiração e é claro no seu pênis. Subi as mãos pelas pernas e cheguei à cueca, passei as mãos em seu pênis que pulsava me chamando... nesse momento Alexandre já se contorcia na cama, com uma respiração ofegante e segurando em seu travesseiro como se aquele fosse o momento mais importante de sua vida...Não posso negar que eu também estava muito excitada e até me empolguei...tirei a cueca com cuidado e caí de boca naquele pau grosso e ereto, não me lembro de ter sentindo o gosto tão bom em um homem! Nem sei quanto tempo eu passei chupando e lambendo aquele pau, dava muito tesão olhar para ele revirando os olhos enquanto minha língua rodeava a cabecinha e descia até o saco chupando e mordiscando com os lábios... foi incrível!

Depois sabe se lá de quanto tempo eu já estava desesperada de tesão por aquele homem e sem pensar duas vezes tirei minha roupa e me debrucei sobre seu corpo paralisado mas ainda ereto. Ele chupou meus peitos enquanto apertava meu corpo, descendo a mão pela minha buceta molhada, enfiando o dedo e me fazendo gemer. A tempos não ficava tão louca para ser fodida...
Subi no seu pau que entrou deslizando lentamente, sentindo cada centímetro, me movimentando lentamente para cima e para baixo num ritmo contínuo. Suas mãos acariciavam meus seios, meu pescoço e minha boca que eu abria para chupar cada dedo como acabara de fazer com seu pau. Ele gemia a cada movimento e revirava os olhos de prazer.
Quando eu percebi que ele já estava quase chegando ao orgasmo parei rapidamente e saí de cima dele... esperei um minuto para ele se acalmar e de pé em cima da cama me abaixei encaixando minha buceta em sua boca! Ai... que loucura foi aquela! Ele chupava tão gostoso... enfiava a língua lá dentro e retirava chupando os lábios e fazendo movimentos circulares com a língua no meu clitóris... foi a melhor chupada que eu já senti na minha vida!
Depois de uma chupada tão gostosa eu tinha que retribuir o prazer, sentei novamente no pau duro e cavalguei forte, nossos corpos estavam molhados de suor, nossa respiração no mesmo compasso e nossos olhos arregalados um para o outro até que juntos chegamos ao orgasmo...tão forte que meu corpo não podia ficar em pé, caí sobre seu peito com meu rosto junto ao dele. Alguns minutos depois, quando consegui recuperar um pouco das forças do meu corpo abrir os olhos nossos e nossos sorrisos se encontraram e já sabíamos que sua recuperação seguiria de uma forma muito mais divertida...

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