Babá de cadeirante
Meu
nome é Ana, tenho trinta anos e meu trabalho é cuidar de bebês em casas de
família. Tive uma boa educação, estudei em colégios particulares mas nunca tive
muita vontade de terminar uma faculdade, o que não era bem o que minha família
esperava. Após muitas brigas familiares resolvi seguir minha vida e arcar com as
consequências dos meus próprios atos, saí de casa para uma cidade maior e
procurei emprego em algo que gostasse de fazer.
Inicialmente fui secretária em uma clínica
médica, depois passei a ajudar as enfermeiras com os bebês e tomei gosto pelo
trabalho, fiz um curso de auxiliar de enfermagem, ganhei muita experiência e valiosos contatos
com médicos e pacientes ricas. Um dia recebi uma proposta para ajudar a cuidar
de um bebê recém-nascido cuja mãe já tinha perdido um filho, estava com
depressão pós-parto e o pai do bebê estava desesperado por alguém que pudesse
ajuda-los. Assim começou minha carreira de “babá de luxo”... sim de luxo, só
trabalho pra gente rica, tenho muitas exigências que são prontamente atendidas
por quem me contrata como quarto com ar-condicionado, televisão, alimentação
igual a dos patrões e é claro... um excelente salário. Só cuido dos bebês até
os seis meses de vida, depois disso a
mãe tem que ter outra pessoa para cuidar de seu filho e eu passo para a próxima
família, que já sabendo de minhas habilidades disputam com suas amigas quem ficará
comigo...
Meu último trabalho como babá
foi um pouco diferente dos demais, fui chamada para cuidar de um bebê que em
seus primeiros dias de vida havia perdido a mãe em um acidente de carro. O pai
da criança chamava-se Alexandre, ele também estava no acidente e ficou em uma
cadeira de rodas, porém os médicos afirmam que sua paralisia não tinha uma
explicação médica, podendo apenas ser um trauma psicológico causado pelo
acidente, com algumas sessões de fisioterapia e acompanhamento psicológico seus
movimentos iriam voltando ao normal. O bebê não me dava trabalho, tinha um sono
tranquilo e já estava se adaptando à mamadeira.
Em poucos dias Alexandre voltou ao trabalho e fez algumas adaptações na
casa para locomover-se com segurança, ele já tinha bastante habilidade com a
cadeira de rodas mas ainda não tinha força nas pernas. Uma noite Alexandre
chegou em casa um pouco mais tarde e parecia um pouco abatido, talvez um
resfriado ou uma queda de pressão não sei ao certo, ele passou direto para o
quarto sem jantar, dizendo-me apenas um “boa noite”. O bebê já estava dormindo
e eu estava na sala da televisão quando ouvi um barulho de pancada, que me fez
saltar para a porta do quarto em uma fração de segundos. Bati na porta e
perguntei “Sr. Alexandre, o senhor está bem?”, ele respondeu com a voz baixa “acho
que preciso de sua ajuda” era a primeira vez que ele me pedia alguma ajuda,
fiquei assustada e logo que entrei no quarto encontrei-o caído no chão, com a
cadeira um pouco afastada de modo que ele não conseguia alcançar.
-“ Sr.
Alexandre o que aconteceu?”
-“Eu estava tentando vir para a cama quando a cadeira se afastou
rapidamente, acho que esqueci de colocar as travas nas rodas”
-“Deixe-me ajuda-lo” eu me aproximei por trás e ajudei a levantar,
usando as habilidades que aprendi com as gestantes na clínica que trabalhei
anos atrás
Coloquei-o na
cama com cuidado e me debrucei por cima dele frente para pegar o travesseiro
quando percebi a proximidade dos meus seios com seu rosto. A reação dele foi
instantânea... não pude evitar de perceber sua ereção aparecendo na calça,
fiquei com muita vergonha da situação mas diante de uma possível melhora no seu
quadro clínico achei melhor comentar.
-“Sr.
Alexandre, o senhor está sentindo alguma coisa diferente no seu corpo?”
-“Sobre o que
exatamente você está falando, Ana” Ficou claro pela pergunta dele que ele sabia
do que se tratava, mas agora não podia mais voltar atrás...
-“O senhor
está tendo uma ereção...!” Ele olhou para baixo e reparou a situação em que se
encontrava e deu um sorriso.
-“Esta é a
primeira vez que tenho uma reação depois da paralisia, mas ainda não sinto
nada”
-“Mas o senhor
não se tocou para saber realmente se não está sentindo nada”
Ele não tirava
os olhos de mim, moveu lentamente a mão para o pênis para conferir seu
progresso e logo veio um grande sorriso... “Você conseguiu o que nenhum médico
havia conseguido, Ana!”
-“Fico feliz
por você, há algo mais em que eu possa ajudar?”
-“Na verdade
eu achava que não, mas agora vejo inúmeras possibilidades” disse ele olhando
para seu pênis já em repouso...
-“Estou
entendendo, acho que posso fazer alguma coisa para acelerar sua recuperação”
Sentei-me ao
seu lado da cama e com os olhos fixos nos dele passeia correr minhas mãos pelo
seu corpo, em um minuto estávamos nos sentindo tão íntimos como se já
tivéssemos feito isso várias vezes. Primeiro fiz uma massagem nos seus pés mas
não tive sucesso, então retirei suas calças para ousar um pouco mais, ele ficou
muito excitado com a aproximação do meu corpo para despi-lo, dava pra ver no
seu rosto, na sua respiração e é claro no seu pênis. Subi as mãos pelas pernas
e cheguei à cueca, passei as mãos em seu pênis que pulsava me chamando... nesse
momento Alexandre já se contorcia na cama, com uma respiração ofegante e
segurando em seu travesseiro como se aquele fosse o momento mais importante de
sua vida...Não posso negar que eu também estava muito excitada e até me
empolguei...tirei a cueca com cuidado e caí de boca naquele pau grosso e ereto,
não me lembro de ter sentindo o gosto tão bom em um homem! Nem sei quanto tempo
eu passei chupando e lambendo aquele pau, dava muito tesão olhar para ele
revirando os olhos enquanto minha língua rodeava a cabecinha e descia até o
saco chupando e mordiscando com os lábios... foi incrível!
Depois sabe se
lá de quanto tempo eu já estava desesperada de tesão por aquele homem e sem
pensar duas vezes tirei minha roupa e me debrucei sobre seu corpo paralisado
mas ainda ereto. Ele chupou meus peitos enquanto apertava meu corpo, descendo a
mão pela minha buceta molhada, enfiando o dedo e me fazendo gemer. A tempos não
ficava tão louca para ser fodida...
Subi no seu
pau que entrou deslizando lentamente, sentindo cada centímetro, me movimentando
lentamente para cima e para baixo num ritmo contínuo. Suas mãos acariciavam
meus seios, meu pescoço e minha boca que eu abria para chupar cada dedo como
acabara de fazer com seu pau. Ele gemia a cada movimento e revirava os olhos de
prazer.
Quando eu
percebi que ele já estava quase chegando ao orgasmo parei rapidamente e saí de
cima dele... esperei um minuto para ele se acalmar e de pé em cima da cama me
abaixei encaixando minha buceta em sua boca! Ai... que loucura foi aquela! Ele
chupava tão gostoso... enfiava a língua lá dentro e retirava chupando os lábios
e fazendo movimentos circulares com a língua no meu clitóris... foi a melhor
chupada que eu já senti na minha vida!
Depois de uma
chupada tão gostosa eu tinha que retribuir o prazer, sentei novamente no pau
duro e cavalguei forte, nossos corpos estavam molhados de suor, nossa
respiração no mesmo compasso e nossos olhos arregalados um para o outro até que
juntos chegamos ao orgasmo...tão forte que meu corpo não podia ficar em pé, caí
sobre seu peito com meu rosto junto ao dele. Alguns minutos depois, quando
consegui recuperar um pouco das forças do meu corpo abrir os olhos nossos e nossos
sorrisos se encontraram e já sabíamos que sua recuperação seguiria de uma forma
muito mais divertida...


Jesus Cristo Esta Voltando!!!
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